Nesta quarta-feira (13), a Prefeitura de Ipatinga promoveu
blitze educativas em pontos estratégicos da cidade, com
grande circulação de veículos e pedestres, como parte da
campanha nacional Agosto Lilás, dedicada à
conscientização pelo fim da violência contra a mulher. A
iniciativa, coordenada pela Secretaria Municipal de
Assistência Social, com apoio da Secretaria Municipal de
Segurança e Convivência Cidadã (Sescon) e do Conselho
Municipal dos Direitos da Mulher (CMDMI), reuniu forças de
segurança, incluindo Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia
Municipal, Defensoria Pública, agentes de trânsito e OAB
Ipatinga, em um esforço conjunto para sensibilizar a
população e reforçar a importância da Lei Maria da Penha
(Lei nº 11.340/2006).
As ações, realizadas em locais de grande fluxo, tiveram
como objetivo informar e engajar a comunidade na luta
contra a violência doméstica, uma triste realidade que afeta
uma em cada quatro mulheres no Brasil, segundo dados
nacionais. Durante as blitze, voluntários distribuíram
panfletos com canais de denúncia, como o Disque 180
(Central de Atendimento à Mulher), 190 (Polícia Militar),
181 (Disque Denúncia), 197 (Polícia Civil), 153 (Polícia
Municipal de Ipatinga) ou Delegacia Virtual
(www.delegaciavirtual.mg.gov.br), além de promoverem
diálogos com motoristas e pedestres sobre a importância
de identificar e combater a violência de gênero, que pode
se manifestar nas formas física, psicológica, moral, sexual
ou patrimonial.
“A violência contra a mulher é uma realidade que precisa
ser enfrentada com união e ação. A campanha Agosto Lilás
é um marco para refletirmos e agirmos por um futuro mais
seguro e igualitário”, afirmou Thales Hassen, secretário
adjunto da Secretaria Municipal de Assistência Social. A
mobilização também destacou a rede de apoio disponível
em Ipatinga. “A administração municipal reitera seu
compromisso com a promoção de políticas públicas que
fortaleçam os direitos das mulheres e incentivem a
construção de uma sociedade mais justa”, complementa.
A campanha Agosto Lilás reforça a mensagem de que
denunciar é o primeiro passo para romper o ciclo de
violência. Além dos canais telefônicos, a Delegacia Virtual
permite o registro de ocorrências como ameaças, lesões
corporais, agressões e descumprimento de medidas
protetivas, garantindo agilidade e segurança no processo.



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