Influencer alvo de operação da PF em Ipatinga usará tornozeleira eletrônica e marido segue preso

A influenciadora L.O a passará a usar tornozeleira eletrônica a partir deste sábado, 7 de março, após decisão da Justiça no âmbito da Operação Sanitas, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (6) para combater a comercialização ilegal de medicamentos no Vale do Aço.

De acordo com as informações apuradas pelo PORTAL SÓ AQUI NOTÍCIAS, o juiz responsável pelo caso concedeu liberdade à influenciadora por causa dos filhos, porém determinou monitoramento eletrônico e restrições, incluindo a proibição de utilizar redes sociais. Ela deverá colocar a tornozeleira eletrônica neste sábado.

Já o marido da influencer teve a prisão temporária decretada por 10 dias e está detido no CERESP. Outros investigados, também cumpre prisão temporária na mesma unidade prisional.

As investigações da Polícia Federal apontam que o grupo estaria envolvido na venda de medicamentos ilícitos e falsificados, muitos deles oriundos do Paraguai e sem autorização ou registro para comercialização no Brasil. Esses produtos, além de ilegais, podem representar riscos à saúde dos consumidores.

Outro ponto investigado envolve um jovem, de 19 anos, irmão da influenciadora. Segundo as apurações, ele teria sido utilizado como “laranja” para abertura de uma empresa que recebia pagamentos das vendas dos produtos. O jovem também foi alvo da operação e passará a usar tornozeleira eletrônica.

Informações obtidas indicam ainda que diversas denúncias já haviam sido feitas anteriormente contra a influenciadora em relação à comercialização desses medicamentos. Apesar da gravidade das investigações, familiares da influenciadora seguem se manifestando nas redes sociais. A irmã da investigada, por exemplo, tem publicado mensagens e stories no Instagram, afirmando que “está tudo bem”, mesmo com parte da família envolvida na operação e com o marido da influenciadora preso.

A Operação Sanitas da Polícia Federal cumpriu, hoje, mandados de prisão e busca e apreensão, além de medidas judiciais em cidades do Vale do Aço, com o objetivo de desarticular esquemas de importação e venda ilegal de medicamentos estrangeiros sem registro nos órgãos reguladores do Brasil.

As investigações continuam e novos desdobramentos não estão descartados.

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