Um desenvolvedor brasileiro chamado Bruno Cesar esta criando uma ferramenta revolucionaria para fiscalizar gastos de politicos e funcionarios publicos. Ainda em fase de testes, ela cruza dezenas de bancos de dados oficiais usando inteligencia artificial para detectar irregularidades como funcionarios fantasmas, inconsistencias no patrimonio e favorecimentos em contratos.
Imagine digitar o CPF de um parlamentar e receber uma nota de confiabilidade em porcentagem, alem de detalhes sobre declaracoes de despesas, receitas e bens. Os dados vem de fontes como Tribunal Superior Eleitoral, Tribunais de Contas, Camara dos Deputados e Senado. Bruno roda tudo localmente com 1 TB de informacoes normalizadas por scripts em Codex e armazenadas em Neo4j, mas precisa de um servidor mais rapido para lancamento.
A ferramenta nao esta publica ainda, mas ele prepara versao beta para jornalistas, ONGs e orgaos de controle. Ha planos de liberacao em codigo aberto apos ajustes tecnicos e juridicos. No X, o anuncio viralizou com quase 4 milhoes de visualizacoes, atraindo ate deputados como Kim Kataguiri. Usuarios pedem urgencia na divulgacao do codigo e debatem seu potencial anticorrupcao, com ate piadas sobre seguranca pessoal de Bruno.
Isso se encaixa em um movimento maior de transparencia. Alem do projeto de Bruno, o Tribunal de Contas de Minas Gerais lancou em dezembro de 2025 o Portal de Emendas Parlamentares com IA e assistente virtual Veredas para rastrear repasses por parlamentar, municipio e funcao, atendendo determinacao do STF via ADPF 854 que exige rastreabilidade ou suspensao de emendas a partir de 2026.
O governo federal tambem ampliou o Portal da Transparencia com paineis interativos para seguir emendas desde a indicacao ate o pagamento, sem cadastro, incluindo mapas e graficos por estado e area como saude ou educacao. O Siga Brasil do Senado permite checar autores de emendas, valores pagos e beneficiarios via Painel Emendas. Ja a Camara tem portal de gastos parlamentares mostrando que em janeiro e fevereiro de 2026 deputados gastaram mais de 15 milhoes em cotas, com quase metade em divulgacao de atividades.
O Orcamento de 2026 reserva recorde de 61 bilhoes em emendas parlamentares, sendo 49,9 bilhoes controlados por parlamentares em individuais, bancada e comissao, muitas impositivas e com pagamento obrigatorio ate o primeiro semestre, priorizando saude e assistencia social. Iniciativas da sociedade civil como Central das Emendas da PUC Rio e monitoramentos da Transparencia Brasil complementam, focando rastreabilidade ponta a ponta.
Ferramentas como essas empoderam o cidadao comum a vigiar o dinheiro publico e cobrar accountability. Fique de olho: projetos como o de Bruno podem mudar o jogo contra a corrupcao. Compartilhe se voce apoia mais transparencia nos gastos publicos!



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