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Vale do Aço sofre com falta de leitos de UTI e tema domina reuniões regionais Pré-candidato Márcio Lima levanta debate sobre ausência de hospital regional e cobra mais representatividade política A falta de leitos de UTI no Vale do Aço voltou ao centro do debate público. Em reuniões realizadas nas cidades da região, o pré-candidato a deputado estadual Márcio Lima tem ouvido da população um problema recorrente: a dificuldade de acesso a atendimento intensivo, tanto na rede pública quanto privada. Com uma população que ultrapassa meio milhão de habitantes e atende pacientes de dezenas de municípios do entorno, o Vale do Aço conta hoje com uma estrutura considerada insuficiente para a demanda. A estimativa é de que toda a região tenha entre 100 e 120 leitos de UTI, número que rapidamente se mostra limitado em momentos de maior pressão no sistema de saúde. A situação, segundo relatos de moradores, não é pontual. Filas de espera, transferências para outras cidades e demora no acesso a leitos intensivos têm sido cada vez mais frequentes. Durante sua atuação como presidente do CONSAÚDE, Márcio Lima liderou a articulação para a construção do Hospital-Dia regional, que será implantado em Santana do Paraíso, no bairro Parque Veneza, às margens da BR-381. O projeto é considerado estratégico pela localização e capacidade de atendimento, com previsão inicial de atender 24 municípios consorciados, podendo chegar a mais de 30 cidades e cerca de 600 mil habitantes. No entanto, há uma limitação importante: o hospital não contará com leitos de UTI. Na prática, a nova unidade vai ampliar atendimentos e procedimentos, mas não resolve o principal gargalo da região, que é justamente o acesso à terapia intensiva. Região fica para trás em Minas Enquanto outras regiões de Minas Gerais avançaram nos últimos anos com a inauguração ou conclusão de hospitais regionais públicos, o Vale do Aço segue sem uma estrutura desse porte. A ausência de um hospital regional com UTI tem sido apontada como um dos principais entraves para a melhoria do atendimento em saúde na região. Para Márcio Lima, o problema vai além da estrutura de saúde e passa diretamente pela política. “A nossa região tem mais de 500 mil votos. É uma força eleitoral enorme, que poderia eleger mais representantes. Hoje temos apenas um deputado estadual e um federal. Isso é pouco para o tamanho da nossa demanda”, tem defendido durante os encontros. Segundo ele, a falta de representatividade impacta diretamente na capacidade de articulação e conquista de investimentos para o Vale do Aço. Márcio Lima também tem destacado que abriu mão do mandato de prefeito para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa com um objetivo claro: fortalecer a voz da região. “A gente precisa de liderança com potencial de eleição para mudar essa realidade. Não dá mais para aceitar que o Vale do Aço fique para trás enquanto outras regiões avançam”, afirmou. Com o tema ganhando força nas ruas e nas reuniões comunitárias, a cobrança por mais leitos de UTI e por um hospital regional completo tende a aumentar nos próximos meses. Para muitos moradores, a situação já ultrapassou o limite do aceitável. E, mais uma vez, a saúde se firma como uma das principais pautas da região.

Nova 381 avança nas obras das Bases de Serviço Operacional

Serão duas bases operacionais definitivas em João Monlevade e São Gonçalo do Rio Abaixo, e uma provisória em Santa Luzia

Belo Horizonte, 20 de maio de 2025 – A Nova 381 Concessionária de Rodovia está realizando as obras de implantação de três Bases de Serviço Operacional (BSO). Serão duas bases operacionais definitivas: a BSO 05 de João Monlevade, no km 347, e a BSO 06 em São Gonçalo do Rio Abaixo, no km 379. Ambas no sentido Belo Horizonte. Já a BSO 07 provisória está localizada em Santa Luzia, no km 437, sentido Ipatinga. A previsão de conclusão das obras é junho.

A definição dos locais considerou critérios técnicos como topografia favorável e o menor impacto para a realização dos serviços. Essas unidades serão fundamentais para a eficiência das operações de atendimento – como guinchos, inspeção e resgate – que entram em funcionamento no segundo semestre. As bases abrigarão viaturas e equipes especializadas, além de oferecer estrutura de apoio aos usuários em trânsito, com sanitários, informações da rodovia e serviços como o pagamento de pedágio.

O Gerente de Fiscalização da Nova 381, Ricardo Franco, destaca que a BR-381 contará com outras Bases de Serviço Operacional ao longo do trecho concedido. Em Governador Valadares, a BSO 01 estará no km 164, a BSO 02 de Naque, no km 206, BSO 03 de Ipatinga, no km 249, e a BSO 04 em Antônio Dias, no km 296. Essas bases já estão sendo iniciadas e tem previsão de conclusão em julho deste ano. “Essas estruturas são fundamentais para garantir agilidade e qualidade no atendimento aos usuários, além de reforçar a segurança operacional em pontos estratégicos da rodovia”, afirma Ricardo.

Cadastramento de usuários da Nova 381

A Concessionária de Rodovia realiza Campanha de Cadastramento para os usuários da BR-381. A partir do segundo semestre deste ano, entram em operação os serviços de atendimento aos usuários e o cadastro será fundamental para acessar as atualizações no aplicativo em tempo real. É simples, rápido e gratuito. Baixe o aplicativo Nova 381 no Google Play Store ou acesse: https://app.nova381.com/#/login. Em breve também estará disponível na Apple Store. 

Sobre a Nova 381

A Concessionária de Rodovia Nova 381 administra 303,4 quilômetros da BR 381/MG. O trecho, que passa por 21 cidades, tem início no km 450+540, em Belo Horizonte, no entroncamento com a BR-262/MG, até o entroncamento com a BR-116/MG, no km 150, em Governador Valadares.

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