Desde a última quinta-feira (19), a Prefeitura de Timóteo vem notificando oficialmente a gerência regional da Copasa e solicitando medidas urgentes para normalizar o abastecimento não apenas no Macuco, mas também no distrito de Cachoeira do Vale, nos bairros Jardim Primavera, Ana Rita e em outras regiões afetadas.
A situação é classificada pela administração municipal como recorrente e inaceitável, por atingir diretamente a dignidade das famílias, que enfrentam torneiras secas e dificuldades até para necessidades básicas, como higiene e preparo de alimentos.
Diante da pressão popular e da ausência de respostas efetivas da concessionária, o município decidiu agir para reduzir os impactos do problema. Três caminhões-pipa com água potável foram mobilizados para atender as residências desabastecidas, com apoio inclusive de empresas locais.
A Prefeitura declarou solidariedade aos moradores e reforçou que está cumprindo seu papel ao cobrar formalmente a empresa responsável pelo serviço. “Estamos dialogando, notificando e tomando medidas emergenciais para não deixar a população desassistida”, informou a gestão municipal em nota.
Apesar do discurso de diálogo, a administração deixou claro que espera mais do que promessas. As obras anunciadas pela Copasa como solução para os problemas de abastecimento seguem sem apresentar resultados práticos para a população.
A manifestação no Macuco evidencia o desgaste da relação entre moradores e a concessionária. Para a Prefeitura, a crise revela a necessidade de maior responsabilidade da empresa, que tem obrigação legal de garantir o fornecimento regular de água.
Enquanto a Copasa é cobrada por respostas concretas, o município afirma que continuará pressionando a empresa até que o problema seja resolvido. “Água é um direito básico e não pode ser tratada como favor”, reforçou a administração.



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