Segundo LIRAa de Timóteo aponta médio risco e exige atenção redobrada

Timóteo apresenta índice de médio risco para dengue após novo LIRAa soaquinoticias

    Entre os dias 20 e 22 de maio, a Prefeitura de Timóteo realizou o segundo
    Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2026. O
    resultado foi de 1,7%, colocando o município em médio risco para transmissão
    de dengue, Zika e Chikungunya.

    O LIRAa é aplicado quatro vezes ao ano (janeiro, maio, setembro e novembro)
    e serve como ferramenta estratégica para monitorar a presença do mosquito
    transmissor.

    No mesmo período do ano passado, Timóteo registrou um índice de 1,2%,
    entrando na faixa de alerta para arboviroses. A oscilação dos números
    demonstra que, embora o risco atual seja considerado médio, a cidade já
    esteve em situação mais crítica em outubro do ano passado, com um Índice de
    Infestação Predial (IIP) de 3,6%, o que reforça a necessidade de manter a
    vigilância constante e não relaxar nos cuidados preventivos.

    Orientações aos cidadãos
    A Vigilância em Saúde recomenda que os moradores adotem medidas simples
    e eficazes para evitar criadouros, como manter caixas d’água e reservatórios
    sempre tampados; eliminar recipientes que possam acumular água parada;
    limpar calhas e quintais regularmente; descartar corretamente pneus e objetos
    inservíveis, além de usar telas de proteção em janelas e repelentes, quando
    necessário.

    A gerente de Vigilância em Saúde de Timóteo, Rosana Lana, reforçou a
    importância da mobilização comunitária. “O resultado de 1,7% nos coloca em
    médio risco, mas é um alerta para todos. O combate ao Aedes aegypti
    depende da ação conjunta entre poder público e população. Cada morador
    precisa fazer sua parte, deixando os agentes de endemias entrar na residência
    e seguir todas aquelas orientações repassadas por eles. Cada morador pode
    tirar 10 minutinhos da sua semana para poder verificar esses possíveis
    criadouros, uma vez que 80% dos focos estão lá dentro das casas.

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