Desemprego cai para 5,2% em novembro e atinge o menor nível da história no Brasil

Desemprego no Brasil atinge 5,2%, menor taxa histórica, diz IBGE soaquinoticias

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,2% no trimestre encerrado em novembro, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice é o menor já registrado em toda a série histórica da Pnad Contínua, iniciada em 2012, e confirma um cenário de fortalecimento do mercado de trabalho no país.

📉 Menor desemprego da série histórica
De acordo com o levantamento, cerca de 5,6 milhões de brasileiros estavam desocupados entre setembro e novembro. O número representa uma redução em relação a outubro, quando 5,9 milhões de pessoas ainda buscavam uma colocação profissional sem sucesso.
O resultado consolida uma trajetória de queda consistente do desemprego, refletindo o aumento das contratações e a retomada de setores importantes da economia.

💼 Emprego formal bate novo recorde
Outro destaque do levantamento é o crescimento do emprego com carteira assinada. O número de trabalhadores formais chegou a 39,4 milhões, mantendo o recorde histórico no país. O avanço indica maior formalização das relações de trabalho e mais segurança para os trabalhadores.

👷 Total de pessoas ocupadas também é recorde
O Brasil alcançou um novo marco no número de pessoas trabalhando. Em novembro de 2025, o país registrou 103 milhões de pessoas ocupadas, o maior volume já observado. Em comparação com o mesmo período do ano passado, foram 1,1 milhão de novas vagas ocupadas.

📊 Queda na subutilização da força de trabalho
A taxa de trabalhadores subutilizados também apresentou queda significativa. Atualmente, 15,4 milhões de brasileiros, o equivalente a 13,5% da força de trabalho, encontram-se nessa condição. Este é o menor contingente desde dezembro de 2014.

Na comparação:
Houve redução de 627 mil pessoas em relação ao trimestre anterior
Em relação ao mesmo período do ano passado, a queda foi de 2,1 milhões de pessoas, ou 11,9%

💰 Salários e renda em alta
O cenário positivo do emprego também se reflete nos rendimentos. O rendimento médio real habitual dos trabalhadores atingiu um novo recorde, chegando a R$ 3.574.
Com mais pessoas empregadas e salários maiores, a massa total de rendimentos reais alcançou R$ 363,7 bilhões, o maior valor já registrado:
Crescimento de 2,5% em relação ao trimestre anterior (R$ 9 bilhões a mais)
Alta de 5,8% em comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 19,9 bilhões adicionais)

📈 Cenário de recuperação e fortalecimento
Os dados do IBGE indicam um mercado de trabalho aquecido, com mais empregos formais, aumento da renda e redução expressiva do desemprego e da subutilização. O resultado reforça a tendência de recuperação econômica e melhora das condições de vida da população brasileira.

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